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13 de setembro de 2009

Vamos falar de amor

Amor é fogo que arde sem se ver, e como arde! Um sentimento que deveria ser celebrado a cada segundo, a cada sorriso, a cada beijo, memória e suspiro. É o que de melhor a vida nos traz. Dá carinho, rebuliço na cabeça, borboletas no estômago, pulsar forte do coração e sentido a muitas vidas. Sim, muitos se tornam bobos, mas quem não quer ser um bobo feliz?

Amor é ferida que dói e não se sente, ou pouco se sente. Sofremos, suamos, desatinamos, mas ele é lindo e essencial, não há como negar. Pode ser dolorido em alguns momentos, mas isso por culpa da insensatez humana que não sabe valorizá-lo como se deve. E existe quem não esteja disposto a vivê-lo, mesmo que sujeito a uma dorzinha aqui e acolá?

Amor é um contentamento descontente em que estamos sempre em busca de mais, mais amor, mais abraços, mais da mágica que ele nos traz, em uma caminhada que nos presenteia com um final sincero, cheio de razões, emoções e vida, nesta dor que desatina sem doer. Falemos e vivamos o amor, infinitamente. (MP)


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O amor, apesar dos seus mistérios, ainda é o assunto mais clichê para se discutir na roda de amigos, em casa, na Internet ou em qualquer lugar desse mundo, mas, pelo visto, sempre será um enredo insuperável e continuará martelando nas novelas, na conversa de vizinhos e no nosso cotidiano. O assunto rende, e muito! O importante é falar de amor, porque, querendo ou não, ninguém vive sem amar, como João que ama Maria, que ama Roberto, que ama Luciana, que ama a solidão, que nos assombra.

A minha história de amor começou de um jeito simples, como na maioria dos casos de amor: um papo bacana que virou outro, e mais outro, e virou interesse, e virou paixão, e virou amor de verdade, simples não? O amor despontou e ganhou forma e cor com semelhanças, manias, vivências, percepções e muitas descobertas e aprendizados, e, entre idas e vindas, minha jangada atracou nesse porto seguro chamado felicidade. Eu desejo que você, caro leitor, tenha a mesma sorte que a minha.


Enfim, o amor é muito mais do que um sentimento, aparentemente, inexplicável: é um estado de espírito. Um estado que nem mesmo os cientistas, os médicos, os matemáticos, os arquitetos conseguem esmiuçá-lo. O amor é experiência de vida e, por isso, quanto mais o discutimos, mais queremos explicações acerca dele, mesmo que sejam as mais desvairadas, ou como recitara o poeta, “ainda que falássemos a língua dos homens e dos anjos, sem amor, nada seríamos”. Então falemos de amor!(CE)


Um comentário:

Juliana disse...

Até que enfim um texto gostoso de se ler...parabéns aos dois!
Bjoss!