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14 de junho de 2009

Dia 12 é ainda um dia especial. Digam o que quiserem, para mim não é uma data meramente comercial. Se soa romântico demais? Não me importo, o romantismo é essencial na minha vida. Claro, concordo com quem diz que este deve ser vivido a cada nodo vida e não somente no dia 12, mas que neste dia há magia, é fato inegável ao andar pelas ruas e observar casais apaixonados. Por que então querer achar pêlo em ovo e atentar contra mais um símbolo dos apaixonados? Ele não faz mal para ninguém, muito pelo contrário.

Também (e friso esta necessária palavra) neste dia celebra-se o amor, a união de dois seres que por caminhos e momentos diferentes, entre milhões de pessoas, se encontraram entre olhares, sorrisos e carinhos. Mais do que presentes trocados, há declarações de um sentimento que se espera verdadeiro e a troca não somente de promessas, mas de lições e exemplos de verdades apaixonantes e apaixonadas.

Enamorar-se é maravilhoso. Os sentimentos são mais intensos e a vida, com isso, mais leve e colorida. Claro, óbvio, lógico e necessário estar ciente que o dia 12 é mágico, mas é apenas um entre tantos os dias em que não é bom, mas é essencial celebrar o amor. Se você não faz mais isso e se defende com ataques gratuitos de quem só se atém ao lado direito do peito, meu caro, acho que sua data é mais para meados de fevereiro, temporada dos sem par ou dos que ainda não descobriram as delícias de se enamorar por alguém. (MP)


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Estou espevitado e, por isso, resolvi nadar contra a maré e lançar uma campanha em nome do amor. Vamos, por gentileza, acabar com o dia dos namorados. É isso mesmo! Você não leu errado, caro leitor. Um ponto final. A data perdeu o sentido primitivo e ganhou um sentido muito comercial, embora os presentes, cartões e lembranças dos dias dos namorados sejam sempre marcantes. A solenidade, no entanto, não é (e nunca será) a companhia ideal para o amor.

O legítimo amor e as suas provas de carinho são súbitos, marcados de surpresas e imprevisões. O amor é ou não é imprevisível? O amor rejeita regras prontas e repletas de idéias comerciais. Um namoro ou casamento calculado demais perde o sabor da perplexidade. O dia dos namorados é tão previsível em minha opinião. Os presentes e as lembranças são certos nesse dia. O melhor mesmo são as provas de amor repentinas e inesperadas do cotidiano, porque são muito mais contagiantes.

Um cartão da minha namorada outro dia, por exemplo, quase causou um abalo nas minhas estruturas internas. A minha sorte que uma das minhas características é ser gelado e resistente como um iceberg, mas, por pouco, quase desmanchei igual pedra de gelo em brasa. As palavras românticas dela causaram um impacto enorme. O amor é uma caixinha de surpresas e emoções, pensei logo – isso sim vale mais do que qualquer presente de dia dos namorados. (C.E)

Um comentário:

Juliana disse...

Concordo plenamente que o dia dos namorados é somente comercial, as diferenças em um relacionamento são as supresas diárias, as provas de amor...bom seria se isso nunca acabasse.
Bjos aos dois!!
Juliana.